psicomotricidade infantil em domicílio

Toda criança consegue —
do jeito dela.

Psicomotricidade infantil na casa da sua criança. Ela aprende brincando, no espaço onde vive, com a família acompanhando de perto.

  • Foco em crianças de 0 a 7 anos
  • Atendimento em domicílio
  • Zona Sul de São Paulo
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o que costuma trazer as famílias

Você reconhece seu filho aqui?

Muita família chega aqui sem saber o nome do que está procurando. Sabe só que alguma coisa não está acompanhando. Veja se algum destes sinais parece familiar.

No corpo e no movimento

  • Demorou para sentar, engatinhar, andar ou pular
  • Cai muito, tropeça, esbarra em móveis e pessoas
  • Anda na ponta dos pés com frequência
  • Confunde direita e esquerda, ainda não definiu o lado dominante
  • Corpo rígido demais ou mole demais

Na escola e na aprendizagem

  • Aperta o lápis com força demais — ou de leve demais
  • Não consegue organizar as palavras dentro da linha e da margem
  • Se dispersa o tempo todo e esquece o que acabou de fazer
  • Não acompanha a turma, mesmo se esforçando

No comportamento e nas emoções

  • Não para quieto, não espera a vez
  • Se frustra rápido, fica agressivo ou ansioso diante de um desafio físico
  • Evita brincar em grupo, tem dificuldade de se expressar com o corpo

Não é preciso ter diagnóstico para procurar. Boa parte das crianças atendidas nunca passou por uma avaliação. Chegaram porque a professora comentou alguma coisa, porque o pediatra sugeriu atividade física, ou porque os pais simplesmente perceberam que algo estava diferente.

Reconheceu seu filho? Vamos conversar

Toda criança é capaz.

O trabalho é oferecer experiências de movimento em forma de jogo e brincadeira — respeitando a idade, o ritmo e as emoções de cada uma. É assim que o aprendizado acontece.

a base de tudo

Quase sempre começa no corpo

Uma criança de cinco anos que não consegue segurar o lápis do jeito certo não está sendo desatenta. Falta força na mão, e falta a musculatura que sustenta o braço e o tronco enquanto ela escreve.

Uma criança que não escreve dentro da linha não está sendo desleixada. Ela ainda não organizou a noção de lado — direita e esquerda, em cima e embaixo, na frente e atrás. Sem isso, não existe caminho para a letra seguir.

E uma criança que não acompanha a turma pode simplesmente ter um corpo que ainda não sustenta o que estão pedindo dela.

A psicomotricidade trabalha essa base. Não é aula de educação física e não é fisioterapia: é a construção das habilidades que sustentam tudo o que vem depois — inclusive a matemática, a leitura e a confiança da criança nela mesma.

Habilidades avaliadas e trabalhadas

Lateralidade Equilíbrio Coordenação motora grossa Coordenação motora fina Orientação espacial Orientação temporal Tônus muscular

E tudo isso acontece brincando. Não é força de expressão: cada brincadeira tem um objetivo específico, trabalha uma região, resolve uma coisa. Criança chorando não aprende — ela se bloqueia e não participa. Por isso a sessão precisa ser prazerosa. É brincando que a criança enriquece o próprio repertório motor.

o caminho

Como funciona

1

Avaliação psicomotora

Tudo começa com uma conversa com os pais, para entender a história da criança, a rotina e o que está preocupando. Depois vem a avaliação: durante a sessão, a Sylmara observa como a criança se equilibra, como segura o lápis, se reconhece o próprio corpo, como se organiza no espaço e no tempo.

Dessa observação sai o mapa — quais habilidades já estão firmes e quais precisam ser construídas.

2

Devolutiva e plano

Depois da avaliação, os pais recebem uma devolutiva: o que foi observado, quais habilidades serão trabalhadas e de que forma. A partir dali começa o acompanhamento, respeitando o ritmo de cada criança.

3

Sessões de psicomotricidade

As sessões acontecem em casa, com atividades escolhidas a partir do que a avaliação identificou. Cada brincadeira tem um objetivo, e a criança avança sem perceber que está sendo trabalhada.

Os pais são convidados a acompanhar: observando as atividades e recebendo a orientação de como conduzi-las, a família consegue dar continuidade durante a semana, até o próximo atendimento.

É assim que o trabalho da sessão entra na rotina — e é na rotina que a criança fixa o que aprendeu.

o diferencial

Por que na casa da sua criança

O atendimento é em domicílio, e isso não é um detalhe de logística. É parte do método.

A avaliação acontece onde a dificuldade aparece

O sofá, a escada, o chão da sala, o próprio quarto. Psicomotricidade é o corpo se organizando no espaço — e o espaço real da criança diz muito mais do que uma sala neutra.

A orientação acontece onde a família vai repetir

As atividades são mostradas com os objetos que já existem na casa, no lugar onde a rotina acontece. Isso encurta a distância entre ver na sessão e conseguir fazer sozinho.

Sem deslocamento e sem sala de espera

A rotina não quebra. E para muitas crianças, principalmente no espectro, a rotina é o que sustenta o dia inteiro.

A criança já começa regulada

Em ambiente familiar ela não precisa se adaptar ao lugar antes de começar. A primeira sessão já é sessão.

quem atende

Sylmara Andreu

Psicomotricista e profissional de Educação Física.

CREF 094729-G/SP Membro efetivo da ABP Mais de 30 anos com crianças

Formada em Educação Física em 1991, passou as últimas três décadas com crianças em movimento: natação infantil, natação adaptada e atendimento a crianças com deficiência. Em 2019 se especializou em Psicomotricidade. Hoje cursa pós-graduação em ABA e Estratégias Naturalistas e estuda Neurociências do Autismo, para ler cada vez melhor o comportamento das crianças que atende.

Atuou em centros de reabilitação e núcleos terapêuticos, sempre dentro de equipes interdisciplinares, planejando junto com outras terapias para potencializar o resultado de cada criança.

público e cobertura

Para quem e onde

O atendimento é voltado principalmente para crianças de 0 a 7 anos, a fase em que se constrói a base. Crianças mais velhas também são bem-vindas: quanto mais cedo se começa, melhor o desenvolvimento, mas nunca é tarde para começar.

Entre as condições acompanhadas

  • Transtorno do Espectro Autista (TEA)
  • Síndrome de Down
  • Síndrome de Prader-Willi
  • Síndrome de Rett
  • Paralisia cerebral
  • Mutismo seletivo
  • Atrasos nos marcos do desenvolvimento motor infantil

E também crianças sem nenhum diagnóstico, com atraso motor, dificuldade de aprendizagem ou dificuldade de organizar o próprio corpo.

Regiões atendidas

Bosque da Saúde Ipiranga Sacomã Vila Mariana Cambuci Mooca Liberdade

Não encontrou seu bairro? Mande mensagem mesmo assim. Dependendo da distância, dá para conversar.

antes de mandar mensagem

Dúvidas frequentes

Psicomotricidade é a mesma coisa que fisioterapia?

Não. São trabalhos diferentes e muitas vezes complementares. A psicomotricidade trabalha a relação entre o corpo, a mente e a emoção da criança — como ela se organiza no espaço, como reconhece o próprio corpo, como usa o movimento para aprender e se relacionar.

Preciso de encaminhamento médico?

Não. Você pode marcar a avaliação diretamente.

Meu filho não tem diagnóstico. Posso procurar mesmo assim?

Pode, e é bem comum. Boa parte das crianças atendidas chegou sem diagnóstico nenhum — só com uma dificuldade que os pais ou a escola perceberam.

Quantas sessões meu filho vai precisar?

Não existe um número fechado: cada criança responde no próprio ritmo. Na devolutiva da avaliação, os pais recebem o plano de trabalho e acompanham a evolução ao longo do processo.

Preciso preparar algum espaço especial em casa?

Não. Um espaço livre onde a criança possa se mover com segurança é suficiente. Os materiais necessários são levados para o atendimento.

Os pais participam das sessões?

Sempre que possível, sim. Os pais são convidados a acompanhar, para observar as atividades e entender como repeti-las durante a semana. Não é exigência a cada atendimento, mas é o que faz o trabalho render mais.

Atende adolescentes ou adultos?

O foco é a infância. Para outras faixas etárias, é possível indicar profissionais.

Vamos conversar sobre a sua criança?

Mande uma mensagem contando o que você tem observado. Não precisa ter certeza de nada — a conversa serve justamente para entender juntos.

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